quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

CENTRO DE ESTUDOS DO CERRADO - UNB

Conselho Gestor - escolha dos representantes da sociedade Responder

Prezad@s Amig@s,

A reunião do dia 06.11.2009 foi muito boa e espero em breve enviar a memória completa.
Neste momento, gostaria de informar as decisões/encaminhamentos mais urgentes, para podermos dar andamento ao processo de composição do Conselho Gestor do Centro.

O Conselho será composto por 12 membros, assim ditribuídos:
- 4 professores da UnB
- 3 representantes do poder público - Prefeitura, Câmara de Vereadores, Parque Nacional
- 3 representantes da Sociedade Organizada
- Coordenadora do Polo da UAB
- Representante dos estudantes da UAB

Ficou decidido ainda que:
1) quando os professores tiverem organizados e puderem indicar uma representação, terão também uma cadeira,
2) a UnB vai colaborar com o processo de organização dos professores,
3) os representantes da sociedade organizada deverão ser membros de organizações que existam de fato e de direito, ou seja, que estejam ativas e com a documentação atualizada,
4) a UnB convocará a reunião para escolha desses representantes,
5) a composição do conselho será revista em um ano, considerando que neste intervalo de tempo a situação do Centro será outra e esta composição poderá ser melhorada.

Neste sentido, convido a todas as organizações da sociedade que tenham interesse em participar do Conselho, e atendam aos requisitos colocados no item 3, para se candidatar a uma vaga. Convido também todos os interessados em participar da reunião que escolherá os 3 representantes, a realizar-se no dia 21 de novembro, sábado, às 15 horas
, na Câmara de Vereadores.
Solicito ainda a todos que puderem, que nos ajudem a divulgar esta mensagem.

Um abraço, Nina

Memória da IV Reunião do Centro de Estudos Avançados do Cerrado

Dias: 10.01.2009– Alto Paraíso

Pauta: Discussão final do projeto básico para a construção do Centro, elaborado pelo arquiteto Sérgio Pamplona
Apresentação de Sandra Lestinge

Tabela construída na II reunião do Centro (17 e 18 de 07), apontando a necessidade de espaço físico para o Centro e apresentação em power point do projeto, enviada pelo arquiteto Sérgio Pamplona (maquetes).

Explicação sobre banheiro seco – importância de ser construído a fim de divulgar esta tecnologia.

Foi questionado sobre a distância entre banheiro seco e área de refeição e foi informado que não há nenhum problema/risco de contaminação.

Há captação de água da chuva? – é necessário saber para que e como, a fim de ser projetado, já que a questão não é captar, mas armazenar. Armazenamento representa custo para o projeto e não foi pensado nesta etapa.

Foi questionado o formato da praça. Nadeesh falou sobre a praça, que é mais um teatro, e por isso não permite as atividades de convivência.

Amaury questionou sobre as idéias que foram entregues à arquiteta (Marta), e que não foram consideradas. Nina Informou que a arquiteta não deu mais notícias e que, com a necessidade de fazer o projeto ainda em 2008, conseguimos o Sérgio que se prontificou a fazer o projeto a um preço bem acessível. Além disso, a sua experiência com arquitetura sustentável é das mais reconhecidas no Brasil. Anjee falou sobre o mérito do Sérgio e o que ele pode fazer pelo Centro.

Foram discutidas então questões de manutenção – como manter o telhado vivo e o banheiro seco? Com relação a este último, foi esclarecido que não é necessário realizar manutenção trabalhosa/onerosa, em um primeiro momento. Com relação ao telhado vivo, é mais onerosa, pois necessita de poda na chuva e de irrigação na seca. Devemos optar por gramíneas do cerrado que reduziriam custos de manutenção.

Antes de apresentar as plantas básicas do projeto, Nina explicou sobre a escolha de áreas para alocação das construções. Foi feita a partir do levantamento florístico (realizado pelo Fernando e pelo Mauro), pela escolha de áreas com menos árvores. Estas áreas foram detalhadas, e as árvores nela encontradas foram plotadas em mapa, a fim de preservá-las ao máximo na definição do projeto.

Amaury observou que o projeto deveria ter sido enviado antes por e-mail para que todos vissem com antecedência e pudessem trazer sugestões para esta reunião.

  • Foi colocado como sugestão, que a biblioteca não fosse construída neste momento, a fim de reduzir custos, já que há diversas salas menores que poderiam atender às necessidades deste momento, tendo em vista a falta de recursos, de imediato, para equipar uma área tão grande (100 m2). Entretanto, os participantes decidiram por construí-la, em função da sua importância.
  • Salas de aula – foi lembrada a necessidade de serem colocadas tomadas para carregadores de celulares e Lap Tops.

Foi sugerido, para este momento, o uso de brita nos caminhos e calçadas – para reduzir o custo. Entretanto, foi colocado o problema da acessibilidade e mantido o revestimento de pedra.

Com relação ao anfiteatro central (praça), Amaury observou o problema da proximidade das salas de aula e o fato de ser uma área rebaixada, proporcionando o acúmulo de água. Nadeesh sugeriu que a passarela coberta poderia ser um local para sentar, e não precisaria de bancos.

  • Sugeriu-se que o cascalho que restará da obra pode ser utilizado para criar o espaço central, não necessitando neste momento de nenhum tipo de construção, barateando o projeto

A área de cozinha/refeitório foi questionada – lembramos que uma das metas do Centro é o aproveitamento dos frutos do cerrado e que a conzinha seria um espaço importante para cursos e criação de novas receitas e fórmulas para este aproveitamento.

  • Foi lembrada a necessidade de pensar na acessibilidade com relação aos banheiros e à circulação, que não pode ser pavimentada com brita ou cascalho.

Apresentação do Sérgio Pamplona

Iniciou pela auto-apresentação – arquiteto formado na UnB há 20 anos, trabalha com projetos permaculturais.

Para elaborar um projeto, costuma proceder trocando idéias com os interessados, mas no caso deste projeto, a urgência do tempo não permitiu discutir com a comunidade e este momento busca compensar esta falta de discussões anteriores.

Partiu do levantamento florístico e visitou o terreno antes de iniciar o trabalho. Primeiro fez círculos entre as árvores plotadas no mapa– usou a idéia de dividir a construção em pequenos blocos, o que foi sugerida pela comunidade. Buscou agrupar a demanda por afinidade das finalidades dos espaços solicitados (“de acordo com a minha lógica”).

A concepção: telhado vivo – a vantagem térmica – a técnica é nórdica, tradicional, que impede o calor excessivo entrar e evita o frio – equilíbrio térmico. Manutenção – precisa cortar grama na época da chuva. Na seca tem que ter uma irrigação mínima para que a grama não morra.

No projeto será usada uma cobertura de madeira. Nas construções do sul do Brasil usam um tipo de plástico menos prejudicial (lona usada em aterro sanitário), mas não se acha em Brasília, somente em Goiânia.

Com relação a custo de construção - o telhado de cerâmica com forro é um pouco mais barato. A durabilidade é a mesma de um telhado de telha.

Foi levantada a questão da utilização de concreto ao invés de madeira. Sérgio esclarece que o concreto tem alto custo ambiental: para produzir uma tonelada de concreto é gerada uma tonelada de CO2. O custo energético da madeira e o mais baixo: auto-clave de eucalipto e OSB.

Vasu observou a importância de ter um bloco que promova o recolhimento da água da chuva. Sérgio informou que pode haver captação de água de chuva em telhado verde, mas a qualidade é um pouco pior. Captar é fácil, difícil é armazenar, tem que saber para que e onde será usada a água armazenada, pois para utilizá-la em áreas mais altas tem que bombear. A caixa de água tem que ser embaixo. Podem armazenar água em pequenas represas, plantar ao redor para manter a umidade.

TELHADO VERDE

PrósContras
1) Inovação1) Custo de construção
2) Identidade2) Manutenção
3) Propósito3) Variação climática
4) Possibilidade do desenvolvimento de espécies do cerrado, integrando-o à paisagem4) Não faz parte da cultura local
5) Atração turística5) Peso
6) Cultivo de plantas medicinais
7) Coerência ecológica- fixação de arbustos


Sérgio esclareceu sobre o acabamento – é uma caixa de madeira com tábuas nas laterais e OSB na base, tudo impermeabilizado. Há uma drenagem para escoar a água.

Tiago - reforçou os prós e contras. Falou sobre a questão cultural: este telhado não faz parte da cultura local.

Parte da Tarde:

Sérgio propôs avançar na discussão dos blocos discutindo as áreas destinadas e suas finalidades.

Apresentou o projeto como um todo: a divisão em dois núcleos (alojamentos e área de trabalho), e o uso da idéia das praças centrais.

Circulação entre os blocos – a pavimentação proposta é o bloquete, mas encarece. Há um sistema de drenagem na pista, com caimento adequado para captar a água na represa.

Edison sugere pensar em cascalho, que é da região, ao invés de brita.

  • Tirar o bloquete da estrada para baratear.
  • Bloco 1 – 68m2 – recepção, secretaria, sala de reuniões – a sala de reuniões vai virar sala de professores.
  • Bloco 2 – com 82m2 - laboratório de informática ocupará a área total, pois saíram as salas de professores.
  • Bloco 3 - com 161 m2 – permanece com sala de aula.

Foi discutida a questão dos ângulos retos no prédio de salas de aula. Porque não redondo ou sem quinas?

  • Sérgio vai estudar e mandar uma proposta sobre isso.
  • Praça – Sandra relata os comentários da manhã e sugere-se que a praça fique fora deste projeto para ser decidido depois (aceito), com a vantagem de reduzir o orçamento. As passarelas cobertas ajudam a criar a praça.

    Levantou-se a possibilidade da passarela ser elevada e servir de banco, rodeando a praça, mas aumentaria os custos e foi descartada.

    Um teatro de arena pode se feito depois em um outro espaço fora do núcleo 1, aproveitando a vista da cidade.

    • Laboratórios – optou-se por deixar só um, e uma área livre no lugar do segundo laboratório ou ampliação do herbárium, o laboratório de biologia será um pouco aumentado para criar espaço para armários.

    Consultório veterinário – surgiu a idéia de atender também animais silvestres, entretanto um espaço que atende animais domésticos não pode atender também a silvestres. Será necessário optar.

    • O consultório veterinário foi mantido sem acabamento completo, a fim de barateá-lo.

Tiago questionou a validade do consultório, se vale a pena investir nisso agora. Nina esclarece que esta é uma demanda da comunidade, em função da grande quantidade de animais na rua e da chegada da leishmaniose.

A posição da biblioteca deveria mais próxima a entrada, para ser mais aberta a comunidade. Sérgio justifica observando a vantagem do visitante caminhar pela área de trabalho do Centro até chegar a biblioteca, usufruindo do espaço e conhecendo-o. Os presentes informam que há biblioteca pública em Alto Paraíso e que tem muita procura.

Cozinha – deverá ser revista para adequação às aulas experimentais, mesmo depois de iniciada a obra.

Edison lembra a necessidade de um espaço para almoxarifado, segurança, guardados. Sérgio informa que já existe um deposito embaixo do banheiro seco para guardar ferramentas de manutenção.

    • Banheiro seco – Afastar um pouco da copa. Será colocado atrás dos banheiros. O resíduo pode ser usado para adubar árvores.

Abaixo do telhado na parte superior da parede, haverá algum tipo de ventilação e filtragem de luz, dependendo da posição do bloco.

    • Sérgio – propõe que sejam substituídos alguns telhados verdes por telhados de telha, terá que estudar para que haja harmonia entre os blocos com telhados diferentes. Com relação à questão cultural, Sérgio chamou a atenção para as casas “mais brasileiras” não terem arquitetura daqui, e o quanto nossa cultura comporta elementos de fora. Os telhados vivos podem ser, no futuro, soluções de baixa renda com o uso do plástico, as famílias que tem pequenos lotes podem cultivar os telhados. A irrigação deve ser feita com microaspersor, com um sistema que funcione somente ligando uma torneira.

Sérgio observa que a telha melhor é a arredondada (colonial ou americana).

Área da Construção

190,3 m de passarela - metros lineares – com área de 187m2.

Núcleo 1- 1.197,9 m2

Núcleo 2 – 232,23 m2

Total 1.430,00 m2 (incluídas as passarelas)

    • Captação de água de chuva – será estudado armazenamento na parte mais alta do terreno para irrigar os telhados.
    • Instalação hidráulica – verificar se fica mais barato se for externa.

A reunião foi encerrada às 17:30.

  • Itens que representam modificação do projeto


Centro de Estudos do Cerrado -

REUNIÃO ABERTA

Fernando Previdente

para nina, ninalaranjeira
mostrar detalhes 16:04
Responder
Caros Amig@s,
estou representando junto com a Profa. Nina o Centro da UnB aqui em Alto Paraíso.
Nesta sexta-feira dia 06/02/2009 haverá um encontro aberto a todos
lá Câmara Municipal às 14h.
Uma das pautas da reunião é o encaminhamento para formar um comitê gestor do convênio UnB-Prefeitura.
Um forte abraço a todos.
Fernando








CEAC - Alto Paraíso na midia
Educação contra a degradação do cerrado 14/1/2009Em audiência pública, comunidade debate projeto arquitetônico do Centro de Estudos Avançados do Cerrado que será construído em Alto Paraíso de Goiás Solon Dias e Rosane Garcia
Alto Paraíso de Goiás, GO - Líderes comunitários e representantes de diversos segmentos sociais discutiram, sábado (10/1), na Câmara de Vereadores de Alto Paraíso de Goiás (240 quilômetros ao norte de Brasília), o projeto arquitetônico do futuro Centro de Estudos Avançados do Cerrado (CEAC), também conhecido como Universidade do Cerrado. A obra, com uma área de pouco mais de 1.400 metros quadrados, será construída em frente à entrada do município, em uma área de 47 mil metros quadrados, cedida pelo Executivo municipal. O encontro foi coordenado pelo vereador Eduardo Estellita, o Dada, e as professores Nina Paula Laranjeira e Sandra Lestinge, do Decanato de Extensão da Universidade de Brasília e responsáveis pela formulação da proposta do CEAC.O arquiteto Sérgio Pamplona, autor do projeto de arquitetura, participou da audiência pública para detalhar os diferentes aspectos da obra. O centro abrigará laboratórios, salas de aulas, espaços de conferências e atividades didáticas e experimentais, cozinha-modelo, sanitário seco, biblioteca e área de camping, além de infraestrutura ambientalmente adequada à realidade e propósitos da instituição.Telhados vivosUma das tecnologias inovadoras que chamou a atenção dos participantes do encontro foi a colocação de cobertura vegetal, o chamado "telhado vivo", experiência originária dos países nórdicos que tem um efeito térmico adequado ao clima da região, além do caráter demonstrativo sobre a ocupação alternativa de espaço. O telhado vivo, adotado em algumas regiões do país, é uma cobertura eficaz e segura, onde é possível cultivar gramíneas, pequenas hortaliças, espécies florais e medicinais. A proposta provocou reações diversas no público. A maior preocupação foi com a manutenção do telhado vivo ¯ corte da grama, no período chuvoso, e irrigação durante a seca, que costuma ser severa na região por quatro ou cinco meses durante o ano.A outra novidade, adequada às finalidades do CEAC, é a instalação do sanitário seco, que dispensa o uso da água para descarga e transforma os dejetos em adubo, que poderá ser usado no cultivo de árvores frutíferas. Mais ainda: a proposta está alinhada a outras medidas voltadas à redução da oferta de água no planeta.Cozinha-modeloO projeto prevê a instalação de uma cozinha-modelo que, além de fazer e servir refeições, será um espaço experimental dos diferentes produtos do cerrado e contará com o apoio do Centro de Excelência em Turismo, da UnB. A intenção é descobrir e inovar nos cardápios com os sabores do cerrado, ao mesmo tempo em que os usuários aproveitarão os alimentos produzidos como resultado de um processo pedagógico. O objetivo é garantir à comunidade mais um meio de obtenção de renda e sua fixação no município.O CEAC contará com um centro digital, que favorecerá a oferta de cursos a distância. A debilidade do ensino local leva jovens e adultos a buscarem outras cidades para ampliar o conhecimento. A dificuldade deverá ser superada com a participação da Universidade Aberta do Brasil (UAB).O centro terá ainda um consultório veterinário e um herbário. Hoje, o município de Alto Paraíso não conta com um veterinário. De acordo os participantes, a implantação de uma clínica veterinária é essencial para os animais domésticos e, principalmente, para os silvestres, muitos vítimas de acidentes nas estradas que cortam o município.Sérgio Pamplona, responsável pelo projeto, afirmou que na elaboração do projeto de arquitetura tomou o cuidado de preservar toda a vegetação do terreno, deixando intacto o maior número possível de árvores, com base em levantamento florístico. Quando estiver instalado, o centro receberá pesquisadores e estudantes, além de oferecer condições para professores e cientistas desenvolverem atividades no coração do cerrado, marcado pela degradação ambiental.Emenda salvadoraHá cerca de um ano, graças a uma emenda ao Orçamento da União apresentada pelo deputado Fernando Gabeira (PV/RJ), o governo destinou verba para a instalação de uma instituição de altos estudos. Como uma universidade, o centro realizará pesquisas e atividades que permitam melhor compreensão do cerrado e o desenvolvimento de projetos que propiciem o uso susentável da sua biodiversidade. A emenda de Gabeira sofreu algumas modificações. Os recursos foram assegurados para a criação de uma unidade avançada de estudos, ligada à UnB, e não para uma universidade do cerrado, como pretendido inicialmente. A mudança, no entanto, não reduz a importância da obra para a Chapada dos Veadeiros, cuja relevância ambiental tem reconhecimento internacional. A região abriga cerca de 10 Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs).De acordo com a professora Nina Laranjeira, há muito a descobrir sobre esse bioma. O CEAC permitirá ainda que a comunidade participe e se aproprie desse conhecimento, fundamental para que as pessoas se envolvam na preservação do patrimônio natural.O perfil atribuído à instituição – definido pela própria comunidade sob a coordenação de professores da UnB, o Centro de Estudos Avançados do Cerrado ¯ é o de um espaço interdisciplinar e transdisciplinar, onde cultura, educação, conhecimento científico e tradicional coexistem como forma de promover a sustentabilidade socioambiental.O estudo aprovado pela Câmara de Extensão da UnB lembra que na região "observa-se notória biodiversidade e por isso tem sido alvo de interesse científico, inclusive por parte de diversos pesquisadores da UnB". Os integrandes da Câmara afirmam também a necessidade de que "as próprias pessoas da região possam fazer a gestão destes recursos naturais" e que "a Universidade poderá contribuir neste sentido". A construção do Centro de Estudos Avançado no município de Alto Paraíso (GO) terá reflexo em toda a região, que reúne um conjunto de oito municípios, chamado de Território da Chapada dos Veadeiros. Integram esse território, os municípios de São João da Aliança, Colinas do Sul, Teresina de Goiás, Monte Alegre, Campos Belos, Alto Paraíso, Cavalcante e Nova Roma. Fonte: Viva Cerrado Ambiente.


Prezad@s Amig@s Cerrado,

Como é do conhecimento de muitos, já temos um projeto básico para a construção do Centro de Estudos do Cerrado em Alto Paraíso. Gostaríamos de finalizar este projeto durante o mês de janeiro para que a licitação possa ser preparada em fevereiro. A meta é concluir a construção no final de 2009.
Assim, gostaríamos de fazer a primeira apresentação e discussão do projeto de arquitetura no próximo sábado, dia 10.01.09, às 9 horas, no espaço da UAB em Alto Paraíso (atrás da prefeitura).

Convidamos a tod@s para este encontro, no qual, além de discutirmos o projeto, definiremos a melhor data para a visita do arquiteto para a última discussão. Nesta ocasião também daremos continuidade aos trabalhos do Centro, propondo um cronograma de trabalho para janeiro e fevereiro.
Esperando contar com a presença de tod@s, deixo um grande abraço e votos de um 2009 de muitas realizações e amor.

Nina Paula Laranjeira
Decanato de Extensão - UnB

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